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domingo, 16 de março de 2014

Google e sua genialidade para o serviço dos diabéticos

O Google além de investir pesado em ótimos produtos e plataformas na rede, conta ainda com laboratórios para o desenvolvimento de tecnologia nas mais diversas áreas, sim eles têm inclusive investimentos na área de apicultura e desenvolvimento agrícola, claro que teriam também na área médica com altos investimentos em biotecnologia.

A notícia foi reportada pelo G1, na qual anuncia que o Google está criando lentes de contato para auxiliar no controle glicêmico de pessoas com diabetes.

A lente feita de um material leve e acopla um chip que passa as informações retiradas das lágrimas (naturalmente dispostas nos olhos) para um sensor capaz de medir a taxa de glicose, esse por sua vez se a medida estiver alta ativa pequenas leds acopladas em uma camada de fora das lentes alertando o usuário que seu nível de glicose está alto, também com essa tecnologia é possível transmitir o valor para um medidor assim ficaremos sem picadas e sem dor \o/.

 Esse produto quando chegar vai ser vendido que nem água em um imenso deserto com mais de 350 milhões de sedentos.

Veja o vídeo:

O produto ainda é um protótipo mas para nossa alegria, chegará no mercado dentro de poucos anos, basta aguardar e torcer para essa tecnologia maravilhosa chegar logo. Deixo a descrição do produto um pouco mais detalhada no link a baixo da wikipédia. Há outro vídeo que não consegui colocar aqui mas que está disponível no site a baixo com mais informações sobre o funcionamento dessas lentes.

http://www.smh.com.au/technology/sci-tech/how-googles-smart-contact-lens-works-20140122-317q4.html
http://en.wikipedia.org/wiki/Google_Contact_Lens

domingo, 17 de julho de 2011

Congresso Brasileiro de Atualização e Congresso Paulista de Endocrinologia

Pela primeira vez estes dois importantes eventos serão realizados em conjunto entre os dias 24 a 27 de agosto em SP.
O grande desafio será o de desenvolvê-los num mesmo cenário, sem que nenhum deles perca suas características e seus objetivos finais. O COPEM visa oferecer oportunidades ao jovem investigador de divulgar  os resultados de sua pesquisa e, ainda, transferir os conhecimentos atualizados ao endocrinologista. O CBAEM objetiva a atualização, com um sabor mais clínico, dos endocrinologistas e clínicos gerais do Brasil. Desta forma, o Congresso compreenderá aspectos do novo e do consagrado em temas, como: Neuroendocrinologia,Doenças da Adrenal e das Gônadas, Endocrinologia Pediátrica,Tireóide,Metabolismo Ósseo,Diabetes Mellitus e Obesidade. O evento será presidido pela Dra.Margaret de Castro e será pontuado pela CNA.
Informações: www.eventus.com.br/endocrino2011 /

domingo, 26 de junho de 2011

Bristol um pílula ligada a certos tipos de câncer

Um novo tipo de pílula diabetes sendo desenvolvido pela Bristol-Myers Squibb e AstraZeneca foi eficaz em um estudo de dois anos,porém o nos pacientes testados tem se visto uma maior ocorrência de alguns tipos de câncer- segundo a agência de notícias Reuters-


Aproveitei esse artigo para fazer uma costura com um tema muito discutido o uso de adoçantes.Alguns cientitas afirmam que o uso de adoçantes a base de edulcorantes e outras substâcias fora a frutose(que é mais natural) causam câncer.Outra corrente de cientistas alegam que a maioria das pesquisas feitas não têm bases concretas e por isso o uso recomendam os adoçantes até em excesso.
Acho que devemos tomar muito cuidado com os dois lados da modeda pois ai nessas pesquisas de ambos os lados entram muitas vezes disputas maiores que a preocupação com a população.É claro que a industria de açucar vai quere provar que os adoçantes dão câncer e esta claro que as empresas de adoçantes vão gastar milhões para negar isso em estudos, verdadeiros ou não.
Então pessoal devemos tomar muito cuidado e seguir aquele velho ditado: " tudo em excesso faz mal ",usar duas gotinhas no cafezinho não faz mal, porém viver tomando um potinho de adoçante dia esta claro que deve fazer mal a saúde,pois até água em excesso faz mal a saúde.



sábado, 25 de junho de 2011

Diabéticos dobram no mundo

Segundo a uma pesquisa do Imperial Colégio de Londres em conjunto com a renomada Universidade de Havard,temos hoje o dobro de diabeticos des de 1980 !Eles fizeram um levantamento com mais de 2,1milhões de pessoas e mesclando dados com outras estátisticas de vários lugares eles tiraram essa conclusão.Outra conclusão que eles tiraram é que o diabétes tipo 2 tem um maior risco para pessoas e que geralmente são pessoas obesas que tem o diabétes tipo dois.
Uma notícia alegre - Os diabéticos são os que mais vivem longamente,cerca de 70% tem uma vivência longuissima e normal !- Mas por outro lado...."Majid Ezzati, da Imperial College London, disse: "O diabetes é cada vez mais comum em quase todo o mundo.

"A menos que desenvolver melhores programas para a detecção de pessoas com elevados de açúcar no sangue e ajudando-os a controlar seu peso, diabetes continuarão a impor um grande fardo sobre os sistemas de saúde em todo o mundo."

Diabetes leva a um controlo inadequado de açúcar no sangue, que podem danificar os rins e causar cegueira. Ela também pode causar doenças cardíacas e derrames."


Quem quiser ver a notícia na integra ( em inglês ) veja aqui: http://www.bbc.co.uk/news/uk-13917263

sábado, 4 de junho de 2011

Médicos alertam: diabetes é mais perigosa do que se pensa

 Fonte: G1
Em um conjunto de discussões de grupo, foi pedido aos participantes para classificar a gravidade de vários problemas de saúde, incluindo câncer, doenças do coração e diabetes.

Em uma escala de 1 a 10, câncer e doenças cardíacas sistematicamente foram classificadas como 9 ou 10. Mas diabetes só ficou em 4 ou 5 na escala.

“O consenso geral parece ser: ‘existem remédios’, ‘veja como as pessoas parecem estar bem com diabetes’ ou ‘nunca ouvi falar de ninguém que morreu de diabetes’”, disse Larry Hausner, diretor da Associação Americana de Diabetes, que comandou as discussões de grupo. “Havia pouca conhecimento sobre tudo relacionado à diabetes.”

Mas a diabetes é tudo menos insignificante. Ela destrói o corpo inteiro, afetando desde a audição e a visão, à função sexual, à saúde mental e o sono. É a principal causa de cegueira, amputações e insuficiência renal, e pode triplicar o risco de ataques cardíacos e derrames.

“É uma doença que mata lentamente”, disse Dr. John B. Buse, professor da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte, presidente da associação de diabetes para a medicina e a ciência. “Ela pode ser terrível – é quase inimaginável o quanto ela pode ser ruim.”
O início
A diabetes surge quando o corpo não consegue usar o açúcar no sangue como energia, ou porque ele tem muito pouca insulina, ou porque ele não pode usar insulina. A diabetes tipo 2, que corresponde a cerca de 90% dos casos, geralmente se desenvolve mais tarde na vida e está associada à obesidade e à falta de exercício. A diabetes tipo 1, que geralmente é diagnosticada em crianças, ocorre quando o sistema imunológico destrói por engano as células que produzem a insulina.
A discrepância entre a percepção e a realidade é particularmente preocupante em uma época em que o número de diabéticos está aumentando. Somente na semana passada, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos anunciou que o número de americanos com diabetes é de cerca de 24 milhões, ou 8% da população. Quase 25% das pessoas com 60 anos ou mais tiveram diabetes em 2007. E o Centro estima que 57 milhões de pessoas têm níveis anormais de açúcar no sangue que representam uma pré-diabetes.
Sem dúvida, a diabetes é tratável, e um leque de novos medicamentos e ferramentas de monitoramento melhoraram incrivelmente a qualidade dos cuidados aos pacientes. Mas manter a doença sob controle exige constante vigilância e cuidados dispendiosos, assim como mudanças no estilo de vida, como perder peso, fazer exercícios regularmente e monitorar os carboidratos.

Buse afirma que pacientes focados na sua doença e com acesso a assistência médica regular têm uma boa chance de viver uma vida normal sem desenvolver uma deficiência relacionada à diabetes.
Mas alguns pacientes afirmam que estão ocupados demais para cuidar melhor de si próprios, e muitos pacientes de baixa renda não conseguem pagar assistência médica regular. Até mesmo pessoas com planos de saúde se esforçam para conseguir pagar sua parte das consultas médicas freqüentes e vários medicamentos.

E, para piorar, a diabetes está associada a diversos outros problemas de saúde. Na semana passada, por exemplo, o "Journal of the American Medical Association" informou que pessoas com depressão têm mais risco de desenvolver diabetes tipo 2, e vice-versa.

Isso não é de surpreender: segundo dados publicados ano passado no jornal Diabetes Care, a depressão tende a interferir nos cuidados do paciente com ele mesmo, o que exige o monitoramento da glicose, medicação, mudanças alimentares e exercícios.
Em última análise, a diabetes pode custar caro, da cabeça aos pés. No cérebro, ela aumenta o risco não só de depressão, mas também de problemas do sono e derrames. Ela põe em risco a visão e a saúde dos dentes. Este mês, o Annals of Internal Medicine relata que a doença aumenta em mais que o dobro o risco de perda da audição.
Espalhando pelo corpo, a diabetes pode levar a doenças do fígado e do rim, assim como sérias complicações gastrointestinais, como paralisia do estômago e perda do controle do intestino. No ano passado, o jornal Diabetes Care relatou que em uma amostra de quase 3.000 pacientes com diabetes, 70% tinham esteatose hepática não relacionada ao álcool.
Circulação sangüínea insuficiente e a perda da sensação das extremidades, chamada neuropatia, podem levar a graves úlceras e infecções; nos Estados Unidos acontecem cerca de 86.000 amputações relacionadas à diabetes a cada ano.
A diabetes também custa caro para o relacionamento. De acordo com algumas estimativas, de 50 a 80% dos homens com diabetes sofrem de disfunção erétil. Especialistas afirmam que mulheres com diabetes geralmente perdem a libido ou sofrem de secura vaginal.
Esforço dos médicos
O desafio para os médicos é convencer pacientes que a diabetes é um grande ameaça à saúde. Durante anos, a mensagem da Associação Americana de Diabetes foi a de garantir que a doença é tratável. Agora, a partir de 2009, a associação planeja remodelar a mensagem para comunicar melhor a gravidade da doença.

“Nossa estratégia de comunicação será que a diabetes tem conseqüências fatais e que a Associação está aqui para mudar o futuro da diabetes”, disse Hausner, antigo diretor da Sociedade de Leucemia e Linfoma, que entrou na associação há 10 meses. “A palavra ‘fatal’ era potencialmente controversa para a organização. Antes, as pessoas diziam que não queriam assustar ninguém.”

A nova estratégica não é uma tática de terror, acrescentou. Prevenção e esperança farão parte da mensagem. “Não que a gente não queira que as pessoas tenham esperanças”, ele disse. “Mas queremos que as pessoas entendam que isso é serio.”